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Palin na Casa Branca

Imagina a Palin como presidente! Ou vice, ou da família do presidente, não importa. Ela é um perigo mesmo como visitante. hehehe

Este link vale a pena para umas risadas.

Buy, baby, buy

O escândalo do dia nos EUA foi o dinheiro gasto pela campanha presidencial do Partido Republicano em roupas para a candidata Sarah Palin e sua família. Em menos de um mês, a conta foi de mais de 150 mil dólares, nas lojas mais caras do país, como Neiman Marcus, Barneys e Saks Fifth Avenue. Alguns dos doadores para a chapa republicana ficaram furiosos, pois preferiam que o dinheiro tivesse sido usado para a campanha em si, e não para proveito pessoal da candidata e sua família. Claro que é legítimo fazer um “makeover” da governadora vinda dos cafundós do Alasca, e até mesmo comprar umas peças de designer milionário aqui e ali. Daí a esbanjar mais do que o salário ANUAL da governadora (125 mil) em um punhado de roupas, sapatos e acessórios, é indecente. A hipocrisia de Sarah Palin e sua campanha, que insistem em caracterizá-la como uma mulher do povo, hockey mom – enquanto debocha do suposto “elitismo” dos democratas – se acentua. Ela podia muito bem comprar uns tailleurzinhos mais em conta na Macy’s, Nordstrom, Ann Taylor, ou outras peças na Banana Republic ou J. Crew. Ou mesmo comprar peças menos absurdamente caras na Neiman Marcus. Por exemplo, esse conjuntinho da Tahari sai por módicos 528 dólares, enquanto esse outro – a cara da Sarah Palin – da Neiman Marcus custa somente 398!!!! Okay, então vocês querem uma roupa de designer luxuoso, que tal esse Armani por coisa de 2 mil dólares? Para ela chegar a 150 mil, ela teria que ter comprado pelo menos umas 70 roupas e mais sapatos e bolsas nessa faixa de preço, o que é o tipo de coisa que só uma deslumbrada nouveau riche faria (com a diferença que pagaria com o próprio dinheiro).

Não há dúvida de que a campanha de McCain/Palin marcou bobeira nesse episódio. Primeiro, porque os jornalistas têm fácil acesso aos relatórios de gastos de campanha. Mas acima de tudo, porque não lhes ocorreu que o esbanjamento em artigos de luxo para Palin e sua família fosse chocar o eleitor, especialmente os consumidores do Wal-Mart que eles querem cortejar. Seria muito mais inteligente escolher peças bonitas em lojas acessíveis à classe média. Basta lembrar o sucesso que Michelle Obama fez quando apareceu na TV com um vestido preto e branco da White House/Black Market, que custou 148 dólares. O modelo se esgotou rapidamente da loja, tamanha a procura depois que a esposa de Obama apareceu no The View com o vestidinho florido.

No mesmo dia, soubemos também que Sarah Palin levou as filhas para viagens de trabalho e cobrou do Governo as passagens e hospedagens (incluindo hotéis de luxo). Ela também pediu reembolso do estado pela viagem que ela e a família fizeram para assistir a uma corrida de snowmobile do seu marido. E quem não se lembra que ela cobrou “per diem” de viagem do governo enquanto estava em sua própria casa em Wasilla? Ou seja, enquanto ela faz sua propaganda política baseada em sua suposta austeridade fiscal, o que se vê cada vez mais é uma pessoa se aproveitando financeiramente de seu cargo público.

Fonte: http://www.verbeat.org/blogs/stuckinsac

Já imaginaram a cara de satisfação do Putin com esse rolo todo?

Graças à rapidez e à perspicácia do Chico, que sugeriu o post. Valeu!

Crise americana em “brasileiro”

O seu ‘Biu’ tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça ‘na caderneta’ aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.

Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito).

O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo a pindura dos pinguços como garantia.

Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capítais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu).

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

Até que alguém descobre que os bebum da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia sifu.

Simples, não?”

Graças a meu pai. Valeu!

Bush dá sono

Enquanto isso, em outro lugar da vila olímpica

Há algum tempo que a seleção feminina de vôlei vai bem, vai superbem nas competições, mas perde no finalzinho. Está cada vez mais difícil vê-la manter a mesma qualidade por apenas duas semanas ou uma competição inteira.


Pergunta:
Agora que elas chegaram à semifinal da Olimpíada, o que as meninas do vôlei vão fazer?

a) Finalmente passar para a final e trazer o ouro.

b) Ficar com dó das chinesas que jogam em casa e deixar elas ganharem.

c) Perder na semifinal para China.

d) Manter a freguesia e perder na final, já que a gente adora perder pra Cuba mesmo.

e) Entregar tudo por W.O., afinal elas já representaram bem o Brasil até aqui.

f) Lutar por um bronze, que deve valer mais nos prêmios que o COB prometeu aos atletas.

Mais uma derrota dos EUA

Repararam que na lista de comparação do segundo post abaixo não tem a Olimpíada de 1980 nem a de 1984? Então, a de 1980 foi em Moscou, a URSS ganhou e os EUA não participaram. Já na de 1984, em Los Angeles, foi o contrário: vitória dos EUA e boicote da URSS. Época de Guerra Fria, sabe como é…

Mais uma vitória pra cada lado, o que não muda a pesquisa de Pasqualini.

O engraçado é que em outro aspecto os Estados Unidos também perderam: apoio. Em 1980, 80 países participaram contra 69 que aderiram ao boicote liderado pelos EUA. 80 a 69. Isso porque França, Portugal, Reino Unido e outros países ocidentais não proibiram seus atletas de disputar as competições, mas sob a Bandeira Olímpica. O apoio à URSS foi maior. hahahaha

Ah, já ia esquecer! O motivo para o boicote foi que a URSS invadiu o Afeganistão em 1979. Curioso, mas teve um país que quis imitar isso em 2001, não?

Vamos comparar

Você já está cansado de só ver os Estados Unidos ganharem as Olimpíadas no quadro geral? Está em torcida fervorosa pela China, porque parece que este ano vai… ah, agora vai!… com esperança de ela ficar em primeiro e os estadunidenses em segundo? Então vamos comparar outras coisinhas e rir dos nossos hermanos do norte:

A União Soviética [URSS] estreou em Olimpíadas em 1952. Foram nove edições em que URSS e EUA se enfrentaram na disputa pelo ranking. Os EUA venceram em 1952 e 1968. Em todas as demais [1956, 1960, 1964, 1972, 1976, 1988 e 1992 - já como CEI], a URSS venceu o quadro geral. Na verdade, mesmo depois da dissolução, em 1996, 2000 e 2004, se somarmos as medalhas das novas repúblicas, o total supera o total de medalhas dos EUA, segundo pesquisa realizada por Luciano Pasqualini (muito obrigada!).

Outra curiosidade, de acordo com Pasqualini, é que a última vez em que outro país venceu a Olimpíada, fora EUA e URSS, foi em 1936. Sabe quem? Justamente a Alemanha, nos jogos em que hoje só mostram a imagem do Jesse Owens humilhando o Hitler, blá blá blá … , mas não falam muito que o quadro geral terminou com 33 ouros alemães contra 24 dos EUA e 89 medalhas no total contra 56, ou seja, vitória folgada.

Notícia bizarra

Peixe faz o trabalho de pedicure em salão de beleza nos Estados Unidos
Nova técnica coloca cliente em banhos de imersão para a limpeza dos pés.
Tratamento de 30 minutos custa US$ 50; mulheres se dizem satisfeitas.

Pense comigo:
a) deve ser uma delícia levar mordidas por 30 minutos
b) imagina o cheiro desses pés
c) por enquanto, os peixes só tiram os calos. Quando aprenderem a pintar as unhas, mais um emprego acabará no país (nem precisaremos culpar os robôs)
d) tinha que ser nos EUA, né?

Grazie, fratello!

Controvérsias

Obama quer postura agressiva dos EUA contra Irã e Coréia do Norte

Tá, já conseguiu ganhar da Hillary – que apoiava claramente as invasões ao Oriente Médio – e agora pode parar de ser pacifista, é isso, né? Ou é resultado de aliança inclusive de pensamentos com a antiga rival?

Eu só não entendo o que lhes dá o direito de ter armas nucleares se os outros não podem ter.