O que tem de anormal na notícia abaixo? Não, você não é órfão também e sabe que a vida existia e existe muito bem sem orkut.
‘Órfãos do Orkut’ migram para reclamar de apagão no site
Manutenção que deixou rede social fora do ar é destaque em blogs e no Twitter.
Quando voltou ao ar, Orkut também ganhou tópicos com discussão sobre o assunto.
A manutenção do Orkut, que deixou o site fora do ar entre a noite de segunda (21) e madrugada de terça (22), agitou a internet brasileira. Logo que começaram a notar a indisponibilidade da página, os usuários correram para outros sites — blogs e Twitter, por exemplo — para reclamar do problema. As manifestações também foram muitas quando a rede voltou: alguns comemoraram, enquanto outros criticaram quem não sabe viver sem Orkut.
A assessoria do Google, empresa proprietária do serviço, afirmou se tratar de uma “manutenção não-periódica, que não ofereceu riscos para integridade e segurança dos perfis ativos.” Ainda de acordo com a empresa, não foi possível efetuar novos cadastros temporariamente, durante a manutenção.
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O que interessa:
1- órfão de orkut? Quem é órfão de verdade deveria se sentir ofendido e processar. hahaha
2- ufa! Existe vida inteligente na Terra. Ainda! Teve crítica a quem não sabe viver sem o tal site.
2 respostas Até agora ↓
Cinthia // Julho 23, 2008 às 11:00 pm |
Que ridículo, não acredito! Parece aquele filme WALLE se tornando realidade! rs Vc viu o filme? As pessoas não conseguiam mais viver offline, e lógico viviam obesas e comendo JunkFood pra criticar o McDonalds (hehe Nunca perdem uma chance de criticar o McDonalds)
Poxa, reclamar de uma coisa dessas quando se deveria estar prestando atenção em coisas muito mais importantes no planeta (e na propria vida das pessoas!) mostra o quanto esta geração de agora está alienada da realidade =/
Será que têm cura?
Bjus,
estranhices // Julho 24, 2008 às 3:16 am |
Não vi o filme. Sério que faz essas críticas? Agora fiquei interessada em ver. hehe
Pois é… pior que cada vez piora. Acho que não tem cura, não. Como diz um amigo meu, sempre há degraus a descer.
Beijos